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Blog 2Cartorio Juazeiro 200819

Testamento vital garante que a vontade do paciente seja respeitada até o fim

O documento indica quais procedimentos médicos e terapêuticos uma pessoa aceita ou não ser submetida em casos de doença terminal ou acidente

E se você fosse acometido por uma doença ou um acidente grave que te deixasse inconsciente? Nessas situações, quais procedimentos médicos você aceitaria ou recusaria? Muitas vezes familiares e equipe médica fazem esse questionamento de como essa pessoa gostaria de ser tratada em sua fase terminal.

Pouco conhecido e utilizado pelos brasileiros, existe um documento em que as pessoas podem decidir de maneira prévia quais procedimentos médicos aceitam ou não ser submetidas nesses casos. O testamento vital – também conhecido por Diretivas Antecipadas de Vontade (DAV), trata-se de um documento público, lavrado no Tabelionato de Notas, que reúne orientações que indicam a vontade de uma pessoa que esteja em pleno gozo de suas faculdades mentais, ou seja, lúcida, com o intuito de dispor acerca dos cuidados, tratamentos e procedimentos médicos e terapêuticos que deseja, ou não, ser submetido se estiver inconsciente em decorrência de doença terminal ou acidente.

Neste documento o paciente pode vetar uso da técnica para o prolongamento artificial da vida, prática conhecida como distanásia, e há também aqueles que preferem passar os últimos dias em casa, perto dos familiares, longe do hospital.

Com é feito o procedimento?

A Diretivas Antecipadas de Vontade pode ser feita por qualquer pessoa, a qualquer tempo, desde que seja maior de idade e esteja lúcida.

Documentos necessários:

1) Documento de identificação com foto e CPF original;
2) Certidão de nascimento/casamento (para que seja comprovado o estado civil do declarante).

A presença de testemunha e advogado não é obrigatória, mas é recomendável.

Após lavrada, a escritura será apresentada aos médicos pelos familiares ou por quem o testador indicar.

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